domingo, 1 de agosto de 2010

Mãe Onça


As madrugadas no msn até podem ser produtivas. Nas primeiras horas do dia de hoje fui apresentada aos poemas de Elisa Lucinda. Quem me apresentou? Totéi, oras! Fui logo lendo sem perguntar do que se tratava, afinal, a pessoa que me apresentou às músicas do Zeca Baleiro, Paulinho Moska e Lenine merece um certo crédito, não é verdade?

T. Diz: enquanto eu leio essa sua indicação
Lê e lÊ mesmo
e agora
essa aqui
http://www.escolalucinda.com.br/bau/umdedinhodeamor.html

(04:07) T.: é uma historia linda
você vai gostar
aí já já a gente comenta

Trata-se de Um Dedinho de Amor. Uma mensagem linda na qual podemos admirar a inocência de uma criança. Destaco aqui o seguinte trecho:

"Eu pequena, olhava aquela hereditariedade de desafeto, aqueles irmãos vindo antes de mim sem afago de mãe. Eu caçula, observava e pensava: qual será a escala para escalá-la? Nada. Era sempre uma mãe distante, mãe montanha, mãe gigante, mãe longe, não imbuída de nos amar, não incumbida dos mais naturais cuidados: merenda, beijo, histórias na hora de dormir, preocupações pentelhas – Não suba no muro, não caia daí!"

(04:18) T.: e ela escreve de forma divina
(04:18) Cinthia: é tão estranho ler/ver esse tipo de coisa.
(04:18) T.: o que?
(04:18) Cinthia: Eu tive uma mãe apaixonada.
(04:19) Cinthia: Dessas que vai buscar na escola
a mulher maravilha que resolvia todos os problemas
((04:20) Cinthia: que defendia a gente de tudo, que era capaz de matar uma onça no dente se preciso fosse para nos salvar.

Bom... não sei quem vai ler o texto eu e mais uns 5 amigos talvez(afinal pra que servem os amigos se não forem atribuídas a eles tarefas chatas? rsrsrs
Apenas para dizer que gostei do texto, que Deus foi muito generoso comigo e me presenteou com um anjo da guarda de carne e osso, minha Vera mãe.